nem vi o vma 2013, mas penso que beira o cafonismo a tentativa forçosa dessas cantoras pop de chocar. o que pretendem nos prover? uma catarse estética e sonora? diferentemente de ícones de décadas passadas, o suporte do corpo, sexualidade e “excentricidade plastificada” já não funcionam como elementos contestadores. mesmo remendadas em referências de uma cultura pop de importância estabelecida, o discurso é oco e não legitima suas expressões. o famigerado ego em sua performance não está compromissado com o ideal de arte pela arte, mas sim com o que há de orgásmico na fama.
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